segunda-feira, 9 de junho de 2014

Coral da IBCC - Apresentações de 1º de junho de 2014

Aqui os vídeos dos hinos apresentados pelo Coral da Igreja Batista Central de Campinas no culto noturno de 1º de junho de 2014.

Salmo 23
Eis o Senhor

Coral da IBCC - Apresentações de 25 de maio de 2014

Aqui os vídeos dos hinos apresentados pelo Coral da Igreja Batista Central de Campinas nos cultos de 25 de maio de 2014.

Salmo 23
Meu Deus Grandioso é
Ele é Digno

Coral Infantil da IBCC - 25 de maio de 2014

Coral infantil da Igreja Batista Central de Campinas apresentando a música "Um Homem Legal (Noé)", no culto noturno de 25 de maio de 2014.
A Giulia faz um dueto com a Aryane.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Comemorações ao Dia do Homem Batista - 07 e 08 de junho

Está chegando a época de nosso encontro anual em comemoração ao Dia do Homem Batista. Teremos um sábado especial no Acampamento Batista Louvor, com Palavra, comunhão, louvor, adoração e boa comida.
Nosso encontro ocorre no dia 07 de junho, a partir das 9:00, com o café da manhã. Nesse ano, nosso Pastor Leandro Peixoto nos falará. Participe, convide amigos não crentes.
No dia 08 de junho, o culto da manhã será especial comemorativo ao Dia do Homem Batista, com a participação do Conjunto Masculino da IBCC interpretando alguns hinos.
O investimento para participação no dia 07 é de apenas R$ 30,00 e inclui desde o café da manhã até o almoço, bebidas e sobremesa.
Inscreva-se por aqui mesmo, comentando esta postagem e deixando algum meio de contato, por e-mail e diretamente com qualquer membro da liderança do HoJe, na IBCC.
 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O homem que não sabia quem era

Havia um homem que trabalhava quebrando pedras. Ele fazia isso o dia todo, debaixo do sol quente e ele lá quebrando pedras.

Até que um dia passou um homem montado num elefante, supervisionando os trabalhos. Quando ele viu isso, orou a Deus: “Senhor meu Deus, isso é que é vida. Ficar andando no elefante. Transforme-me nesse homem que serei feliz.” Deus ouviu sua oração e o transformou naquele homem.


Mas esse homem passava 9 horas por dia em cima do elefante, supervisionando 3 províncias cada dia, debaixo de chuva e sol. O homem então viu o sol, e pensou consigo: “Esse negócio de andar de elefante não é bom não. Ficar nesse sol quente, cozinhando os miolos. Bom mesmo é ser o Sol.” Ele então orou a Deus: “Senhor, bom mesmo é ser o Sol, que queima as pessoas, ilumina e faz o que ele quer. Por favor, me transforme no sol que eu vou ser feliz”.


Ele virou sol e ficava feliz. Até que um dia veio uma frente fria, carregada de nuvens densas e ele não conseguia atravessar as nuvens. Não adiantavam seus esforços, as nuvens fechavam sua visão. Ele orou a Deus: “Senhor, eu nem consigo passar por essas nuvens. Bom mesmo é ser nuvem, que tapa o Sol. Já tenho certeza do que quero ser. Se o Senhor me transformar em nuvem eu vou ser feliz”.


Deus o transformou em nuvem e ele tapava o Sol, fazia chover etc. Mas um dia começou a ventar e o vento começou a levá-lo daqui para lá e de lá para cá. Ele queria ficar num lugar e o vento o levava para outro. Quando ele achava que ia parar, o vento o carregava para outro lugar. Ele orou novamente: “Senhor, esse negócio de ser nuvem não é bom não. O bom é ser vento, que puxa as nuvens, derruba telhados, quebra tudo. Se o Senhor me transformar em vento eu vou ser feliz. Agora eu sei”.


E o Senhor o transformou em vento. Ele destruía tudo, arrancava árvores, levantava folhas, empurrava as nuvens, etc. Até que ele resolveu soprar uma pedreira. E ele tentava, soprava, fazia força e nada adiantava. A pedreira não se movia. Ele já estava cansado, mas a pedreira nem era afetada. E ele mais uma vez: “Senhor, ser vento não é bom não. O bom é ser pedreira, que está ali, parada, forte, intransponível e nada acontece a ela. Agora eu sei o que eu quero. Senhor, me transforme em pedreira que eu serei feliz”. E Deus mais uma vez o ouviu e o transformou em pedreira.


Ele estava lá, quieto, até que um dia ouviu um barulhinho, sentiu uma fisgada. Quando ele viu, havia um homem quebrando pedra lá embaixo. Ele orou a Deus e disse: “Senhor, ser pedreira não é bom. O bom mesmo é ser esse homem que quebra pedra. Eu quero ser ele.” Deus então lhe disse: “Mas esse homem era você no início.” E ele respondeu: “Pois bem, Senhor. Eu era feliz e não sabia”.


Moral da história: “Vivemos insatisfeitos porque não sabemos quem somos”.


Precisamos descobrir quem somos e para o que Deus nos chamou.


Essa estorinha, que retirei de uma pregação do Pr. Cláudio Duarte, fala muito para cada um de nós e sobre as nossas insatisfações.

Prefácio ao livro de Judas

Nesse domingo, 05 de janeiro de 2014, Pr. Leandro Peixoto encerrou a série de 4 mensagens que pregou no livro de Judas. Vale a pena conferir cada uma das mensagens, disponíveis para download na página da IBCC.
Judas, o autor dessa carta, trata-se do irmão de Jesus.
Mas o que quero deixar registrado aqui foi o prefácio ao livro de Judas que está na Bíblia de Estudo da Mulher. O comentarista foi extremamente feliz e didático ao comentar o que leríamos nessa carta que é "a porta de entrada para o Apocalipse" (expressão do Pr. Leandro).

Você está saindo apressadamente para levar uma mensagem importante, quando escuta o telefone tocar. Por um instante, fica na dúvida entre atender ou não - provavelmente não é nada importante; mas algo lhe diz para voltar e atender. Quando atende, precisa sentar-se. São notícias assustadoras. Uma pessoa querida está em grande perigo e precisa de você imediatamente. A mensagem que precisava entregar agora parece sem importância. Tudo que importa é salvar a pessoa que você ama.

"Judas estava se preparando para escrever uma carta aos seus amigos cristãos 'acerca da salvação comum'. Tudo indica que seria uma carta vibrante e valiosa. Adoraríamos lê-la, mas jamais saberemos o que Judas planejara dizer. No último minuto, a campainha do alarme soou. Judas descobriu que a comunidade cristã tinha sido invadida por alguns grandes enganos.
Alguns hipócritas se disfarçaram de mestres sinceros, que ensinavam sobre o caminho cristão. Eles não se importavam com Cristo nem com o bem-estar dos crentes; eles se preocupavam apenas consigo. Os erros que espalhavam iam além das questões triviais. Eles queriam desviar o coração dos cristãos da moralidade cristã e tirar de Cristo o direito de ser o Senhor dos cristãos.
Imediatamente, Judas começou a escrever, prevenindo os cristãos para que tomassem cuidado com essas pessoas perigosas. Expôs os impostores e não se desculpou por sua linguagem forte. A polidez não tinha importância no momento em que alertava suas irmãs e irmãos sobre os mentirosos que estavam no meio deles.
O tom da carta de Judas ficou mais suave no instante em que começou a encorajar os crentes a permanecerem firmes. Estava tão cheio de bondade e preocupação por eles quanto de raiva e senso de gravidade para com os falsos ensinadores.
Os falsos mestres e as falsas ideias ainda estão entre nós. Alguns deles, como os da Igreja Primitiva, continuam por perto. Quando os encontrar, não use de tolerância; eles devem ser denunciados e os crentes, prevenidos."

Pois bem, lamentavelmente, ainda hoje temos falsos mestres entre nós, como o autor escreve. Esses falsos mestres nos apresentam falsas doutrinas, que arrebanham milhares, milhões de pessoas. Muitos se dizem felizes por serem dessa ou daquela religião. Prefiro agradecer por Jesus ter me alcançado um dia e sim, por esse motivo, sou muito feliz, pois creio na promessa que Ele fez, de que foi preparar um lugar para mim e que voltará para me buscar, juntamente com os demais remidos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Intolerância científica

A Unicamp recentemente cancelou, em cima da hora, o 1º Fórum de Filosofia e Ciência das Origens, que seria realizado no dia 17 de outubro. Lamentavelmente, nenhuma das autoridades da universidade consegue - ou está interessada em - explicar os motivos do cancelamento. O grupo de professores que pressionou para que o cancelamento ocorresse, alegou oportunismo dos evangélicos, que estariam em busca de credibilidade no meio científico.
Ora bolas! Se os professores em questão, supostamente darwinistas, pois defensores do evolucionismo, têm tantas provas "irrefutáveis" da infalibilidade dessa teoria, por que temeram o debate? A resposta é muito simples. Eles sabem que de infalível a teoria evolucionista nada tem. Coisa que o próprio Darwin, no fim de sua vida, fez questão de deixar relatado. Sendo assim, temendo ser desmascarados pela própria ciência, o melhor foi fazer o lobby para o cancelamento do fórum.
Ocorre que o tiro provavelmente vai acabar saindo pela culatra, pois a repercussão do cancelamento está sendo talvez mais devastadora que o fórum, caso esse ocorresse.

Abaixo, reproduzo texto de Michelson Borges, publicado em seu blog, no último dia 04 de novembro.

Adão e Eva na Unicamp?!

Depois de dar destaque ao cancelamento do fórum sobre as origens que seria realizado na Unicamp (confira aqui), o jornal Destak, de Campinas, voltou ao tema no editorial de Paulo Reda, agora com outras tintas, a começar pelo título bem “forçado”: “Adão e Eva na Unicamp”. Reda escreveu que “a Unicamp cancelou seminário sobre a origem da vida que seria um panegírico sobre o criacionismo, hoje rebatizado como ‘design inteligente’”, e escreveu mais: “Alguém propor um debate científico que leve em consideração teses como a criação do mundo em sete dias e Adão e Eva me parece tão absurdo quanto uma discussão sobre se o Sol gira em torno da Terra. É curioso o empenho de grupos religiosos em buscar o endosso acadêmico para a inconsistência do criacionismo.”

Conforme já disse (confira aqui), nenhum dos palestrantes iria falar sobre criacionismo, Adão e Eva ou religião de qualquer tipo. Estávamos bem cientes de que naquele ambiente acadêmico teríamos que abordar nossos respectivos temas de uma perspectiva científica e/ou filosófica. E foi o que nos propusemos fazer, até que a “censura” nos proibiu de falar. O que importavam nossas “subjetividades religiosas”, se nossa abordagem dos temas não seria religiosa? Quiséssemos fazer proselitismo e não aceitaríamos participar de um fórum; faríamos pregações por aí.

Curiosamente, universidades públicas costumam ser bem mais flexíveis quando não estão envolvidos palestrantes criacionistas. Um exemplo recente é o “Seminário Estado, Laicidade e Sexualidade”, com a atividade debate “Fronteiras da Liberdade Religiosa”. Será realizado onde? Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. E, que eu saiba, ninguém lá se opôs. Outro exemplo mais antigo, que me ocorre agora, foi a realização de um simpósio sobre prática médica e espiritualidade. Onde? Na USP. Também não houve resistência.

Bem, voltando ao editorial do Paulo Reda, infelizmente, ele não reflete a verdade dos fatos e somente ajuda a promover o preconceito contra aqueles que ousam questionar uma hipótese científica que dominou os campi seculares e vem promovendo a inquisição sem fogueiras contra aqueles que se atrevem a pensar diferente. [MB] 
Leia abaixo a carta enviada pelo químico Marcos Eberlin (um dos palestrantes censurados) à redação do jornal Destak:

Prezados editores do Destak Campinas:

Senhores, sou campineiro, nascido aqui em 1959, cidadão emérito dessa cidade, cidade de que me orgulho ser um centro de erudição e cultura, como poucos no País. Ingressei em 1979, lá me formei em 1982 e sou professor da Unicamp desde 1982. Como cidadão campineiro, em uma cidade como Campinas é, quero acreditar que o jornal Destak pretenda informar seus leitores sobre a verdade dos fatos, e não sobre a opinião não substanciada de alguns.

O editorial de hoje, de Paulo Reda, editor executivo, sobre o Fórum Origens da Unicamp, ficou bastante aquém da verdade. Alias, fez ele alguns juízos de valor por demais equivocados. Fiquei pensando se ele leu o programa do Fórum? Se saberia fazer uma sinopse das palestras propostas? Ou se ele verificou o CV e a formação dos palestrantes? Será?

Eu seria um dos palestrantes do Fórum e o abriria com uma palestra intitulada “A Química do Universo e da Vida”. Nessa palestra, jamais imaginaria tocar em temas como Adão e Eva e o paraíso, ou a idade da Terra. Aliás, nenhum dos palestrantes o faria. Absolutamente não! Estaríamos todos lá para falar única e exclusivamente de Ciência, em sua essência máxima. Cada um de nós, em suas áreas de especialização, abordaria o tema do simpósio – Origens – em suas áreas específicas, de um ponto de vista estritamente científico. Não iríamos, naturalmente, repetir o já desgastado discurso da evolução naturalista, pois somos céticos sobre a evolução, e temos o direito cientifico e acadêmico de assim sermos, pois nossa ciência e nossos dados científicos assim nos permitem.

Eu falaria sobre a química do big bang, da água, do DNA, dos aminoácidos, da homoquiralidade dos seres vivos. E compararia a viabilidade das duas causas possíveis do Universo e da Vida – forças naturais ou ação inteligente – frente ao conhecimento químico e bioquímico que temos hoje sobre os dois. Pena que o Fórum foi cancelado, pois, senão, o que aqui afirmo poderia ter sido lá confirmado.

Imaginar, então, que estaríamos lá para discutir preceitos e conceitos religiosos é pura ilusão, puro delírio, coisa de quem não se informou adequadamente sobre o assunto. Ou expressou uma opinião após ouvir somente um lado do debate.

Concordar com o cancelamento do fórum é fazer coro com a estratégia de combate do naturalismo filosófico, que tenta evitar o debate de nossas origens, que queremos fazer dentro da Ciência e com dados científicos e preceitos científicos, com a estratégia difamatória dos “sem-argumentos” que apregoam e ecoam por aí o slogan naturalista: “Se não é a favor da evolução, então é... religião!” Desclassificando a tese e os que a defendem, ao invés de combatê-la com o bom combate do debate acadêmico de teses e teorias.

Sonhando com fadas e duendes, e Adão e Eva no paraíso, exclamou um deles: “Que façam o debate em suas igrejas...”, não na minha (concluo eu)!

O cancelamento do fórum Origens da Unicamp, onde acadêmicos e cientistas e profissionais gabaritados e conceituados iriam debater a Ciência de nossas origens, propondo uma alternativa ao modelo vigente, só deixou ainda mais clara uma coisa, que eu – junto com muitos por todos lados e de todas as áreas do conhecimento cientifico – estou afirmando: que a evolução faliu como teoria capaz de explicar a origem do Universo e da Vida, e que – por temerem as implicações científicas, teológicas e filosóficas desse fato, e a alternativa que agora se mostra viável – muitos na academia não encontram outra saída a não ser tentar desqualificar a alternativa como... fanatismo religioso, obscurantismo, medieval... E da mesma forma, com os mesmo adjetivos, rotulam os que a defendem.

Mas em Ciência essa estratégia funciona só por um tempo, pois nada em Ciência resiste à força dos dados. Nada em Ciência é melhor do que um dado, um após o outro. E os dados e evidências vencerão a batalha, como já vimos no passado, e mostrarão a todos o que hoje sabemos com muita clareza : de que foi sim uma mente inteligente que orquestrou a Vida e o Universo, para temor e tremor dos que afirmam o contrário. E quem viver, verá!

Quero entender, então, que o jornal Destak é sério e imparcial, como disse, e que estará sempre ao lado da Verdade. Peço, então, que publiquem minha réplica, para o bem do debate, do contraponto, e que cada um julgue quem está com a Verdade, ou mais próximo dela.

Ganharia o leitor, ganharia a Ciência, ganharia Campinas!

Sinceramente,


Marcos N. Eberlin

Abaixo estão mais alguns links para matérias relacionadas ao assunto. Lamentavelmente, a coluna do editor do Jornal Destak, Paulo Reda, publicada no dia 04 de novembro, não está disponível na página desse jornal.

Blog Criacionismo (14/10/2013): Unicamp Cancela Fórum Sobre as Origens

Blog Criacionismo (15/10/2013): O Fórum Cancelado e o Preconceito Contra Criacionistas

Jornal Destak (29/10/2013): Criacionismo leva Unicamp a Cancelar Fórum

Para mais detalhes sobre o Prof. Marcos Eberlin, suas pesquisas, seu currículo e seu laboratório, visitem a página do Laboratório Thomson.